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31 de julho de 2014

Incêndio sem vítimas na Bacia de Campos

A diretoria do Sindipetro-NF foi informada que por volta das 11h desta quarta-feira (30) correu um incêndio sem vítimas em PNA-1. No momento estava sendo realizado um trabalho de solda, isolada por uma manta, que acabou pegando fogo. 

Os técnicos de segurança a bordo conseguiram debelar o incêndio com extintores e encharcaram a manta com água. Acionaram o dilúvio e a brigada de incêndio não precisou atuar. O Sindicato vai buscar apurar os fatos com a categoria, mas segundo informações não houve vítimas.

Sindipetro-NF apura vazamento de óleo

O Sindipetro-NF está apurando junto aos trabalhadores informações sobre a ocorrência, nesta tarde, de um vazamento em uma linha de drenagem na plataforma PNA-1, na Bacia de Campos, por volta das 16h15. A produção está parada na unidade e em algumas das plataformas do entorno.

As informações iniciais dos trabalhadores dão conta de que chegou a haver vazamento de óleo no mar. Procurada pelo sindicato, a gerência de Segurança (SMS) da Petrobrás afirma que o vazamento foi de água oleosa e estaria controlado.

Fonte: Sindipetro-NF

9 de julho de 2014

Cientistas relacionam alta no número de terremotos à extração de petróleo

   Cientistas dizem que o recente aumento nas ocorrências de terremotos de pequena magnitude no Estado americano de Oklahoma provavelmente é resultado da alocação subterrânea de grande quantidade de águas residuais geradas pela extração de petróleo e gás.
   Tremores costumavam ser raros em Oklahoma. Antes de 2008, o Estado registrou apenas um terremoto por ano de magnitude 3 ou maior. Neste ano, já ocorreram 230 terremotos dessa magnitude, mais que o número registrado na Califórnia.
   "É um crescimento muito significativo", diz Katie Keranen, sismóloga da Universidade Cornell e principal autora de um estudo sobre os tremores de Oklahoma, publicado na quinta-feira passada na revista "Science".
  As descobertas se somam a um crescente volume de evidências de que vários tipos de atividades humanas de grande escala — da mineração de carvão à construção de barragens — podem ajudar a provocar terremotos. Na maioria dos casos, os processos geológicos são complexos e pouco compreendidos.
    No centro e no leste dos Estados Unidos, o número de terremotos saltou nos últimos anos, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. A agência afirma que mais de 300 tremores acima da magnitude 3.0 ocorreram em três anos, entre 2010 e 2012, ante uma média anual de 21 para o período entre 1967 e 2000. Esses terremotos foram grandes o suficiente para serem sentidos, mas raramente causaram danos.
    Ao analisar dados de terremotos a partir de 1970, a agência verificou que a alta dos abalos sísmicos coincide com a injeção de águas residuais em vários lugares, incluindo os Estados do Texas, Colorado, Arkansas, Ohio e Oklahoma. Ela planeja divulgar um mapa de risco de terremotos provocados pelo homem, conhecidos como terremotos induzidos.

Bacia de Santos, do pré-sal, tem índice de vazamentos 400 vezes maior que Campos

    A atividade petrolífera na Bacia de Santos, responsável pela maior parte dos reservatórios gigantes do pré-sal, registrou índice de vazamentos de óleo 400 vezes maior do que Campos, bacia onde estão concentrados os poços mais antigos e boa parte da atual produção nacional, mostrou um estudo obtido com exclusividade pela Reuters.
     O alto grau de poluição na bacia onde está grande parte do pré-sal e a falta de transparência nos dados sobre vazamentos preocupa especialistas, no momento em que o Brasil se prepara para elevar de forma relevante a produção, com o desenvolvimento de áreas de grande complexidade técnica.
     Estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), com base em dados de 2008 a 2012, indicou que a Bacia de Santos jogou no mar um litro de óleo para cada 33,3 mil litros de petróleo produzidos.
     Já a Bacia de Campos teve um litro vazado para cada 13,58 milhões de litros produzidos. A bacia, concentrada no litoral fluminense, é responsável hoje por 75 por cento do petróleo extraído no país, que ainda vem majoritariamente de reservatórios que não estão nas camadas do pré-sal.
    A média nacional de vazamentos foi de um litro de óleo vazado para cada 349,6 mil litros produzidos no período.
    O levantamento da Uerj foi feito com informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e considerou o despejo de qualquer óleo danoso ao meio ambiente, como petróleo, fluidos de perfuração, combustíveis e água oleosa, por toda a indústria de petróleo marítima.

4 de julho de 2014

ATITUDES PROIBIDAS NO TRABALHO EM EQUIPE.

A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.
É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego
“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.
Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira.
1-Ser inflexível e não transparente na comunicação. 2-Não alinhar o objetivo. 3-Comprometimento zero. 4-Falta de planejamento e de respeito a prazos. 5-Criticar um participante na ausência dele. 6-Desvalorizar o trabalho do outro. 7-Não assumir erros. 8-Ignorar as regras estabelecidas pela equipe. 9-Desequilíbrio emocional. 10-Não aceitar as diferenças.
Observação do editor do blog: Podemos verificar que atitudes positivas, (lembrando que estamos nos jogos da copa) feitas durante todo o trabalho com as equipes o resultado com certeza também será positivo.
Brasilllllllllllll.
Camila Pati. Exame.com.

3 de julho de 2014

Brasil sem Fronteiras é opção para quem deseja estudar fora do país

Alunos brasileiros de graduação, pós-graduação e de cursos técnicos também têm oportunidade de estudar no exterior e conhecer a cultura de outros países. O governo federal lançou, em 2011, o Programa Ciência sem Fronteiras para estimular os interessados que cursam graduação, pós-graduação ou cursos técnicos. Até o final do mês passado, cerca de 18 mil bolsas foram oferecidas, segundo o MEC (Ministério da Educação).
A meta do governo é oferecer 101 mil bolsas de estudo até 2015. No total, 75 mil serão oferecidas pelo governo federal, as demais contarão com o apoio da iniciativa privada. De acordo com o MEC, o objetivo é oferecer bolsas nas modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

Pelo programa, os brasileiros que participarem do Ciência sem Fronteiras poderão ainda fazer fazer estágio no exterior. As áreas mais visadas são as de ciência, tecnologia e inovação. A iniciativa é uma ação conjunta dos MCTI (ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação) e Educação , por meio de suas respectivas instituições de fomento, além das secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC
Agência Brasil.