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9 de julho de 2014

Cientistas relacionam alta no número de terremotos à extração de petróleo

   Cientistas dizem que o recente aumento nas ocorrências de terremotos de pequena magnitude no Estado americano de Oklahoma provavelmente é resultado da alocação subterrânea de grande quantidade de águas residuais geradas pela extração de petróleo e gás.
   Tremores costumavam ser raros em Oklahoma. Antes de 2008, o Estado registrou apenas um terremoto por ano de magnitude 3 ou maior. Neste ano, já ocorreram 230 terremotos dessa magnitude, mais que o número registrado na Califórnia.
   "É um crescimento muito significativo", diz Katie Keranen, sismóloga da Universidade Cornell e principal autora de um estudo sobre os tremores de Oklahoma, publicado na quinta-feira passada na revista "Science".
  As descobertas se somam a um crescente volume de evidências de que vários tipos de atividades humanas de grande escala — da mineração de carvão à construção de barragens — podem ajudar a provocar terremotos. Na maioria dos casos, os processos geológicos são complexos e pouco compreendidos.
    No centro e no leste dos Estados Unidos, o número de terremotos saltou nos últimos anos, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos. A agência afirma que mais de 300 tremores acima da magnitude 3.0 ocorreram em três anos, entre 2010 e 2012, ante uma média anual de 21 para o período entre 1967 e 2000. Esses terremotos foram grandes o suficiente para serem sentidos, mas raramente causaram danos.
    Ao analisar dados de terremotos a partir de 1970, a agência verificou que a alta dos abalos sísmicos coincide com a injeção de águas residuais em vários lugares, incluindo os Estados do Texas, Colorado, Arkansas, Ohio e Oklahoma. Ela planeja divulgar um mapa de risco de terremotos provocados pelo homem, conhecidos como terremotos induzidos.

Bacia de Santos, do pré-sal, tem índice de vazamentos 400 vezes maior que Campos

    A atividade petrolífera na Bacia de Santos, responsável pela maior parte dos reservatórios gigantes do pré-sal, registrou índice de vazamentos de óleo 400 vezes maior do que Campos, bacia onde estão concentrados os poços mais antigos e boa parte da atual produção nacional, mostrou um estudo obtido com exclusividade pela Reuters.
     O alto grau de poluição na bacia onde está grande parte do pré-sal e a falta de transparência nos dados sobre vazamentos preocupa especialistas, no momento em que o Brasil se prepara para elevar de forma relevante a produção, com o desenvolvimento de áreas de grande complexidade técnica.
     Estudo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), com base em dados de 2008 a 2012, indicou que a Bacia de Santos jogou no mar um litro de óleo para cada 33,3 mil litros de petróleo produzidos.
     Já a Bacia de Campos teve um litro vazado para cada 13,58 milhões de litros produzidos. A bacia, concentrada no litoral fluminense, é responsável hoje por 75 por cento do petróleo extraído no país, que ainda vem majoritariamente de reservatórios que não estão nas camadas do pré-sal.
    A média nacional de vazamentos foi de um litro de óleo vazado para cada 349,6 mil litros produzidos no período.
    O levantamento da Uerj foi feito com informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e considerou o despejo de qualquer óleo danoso ao meio ambiente, como petróleo, fluidos de perfuração, combustíveis e água oleosa, por toda a indústria de petróleo marítima.

4 de julho de 2014

ATITUDES PROIBIDAS NO TRABALHO EM EQUIPE.

A máxima de que nenhum homem é uma ilha, célebre na obra do poeta inglês John Donne, surgiu na Idade Média, mas continua mais válida do que nunca, sobretudo no ambiente profissional.
É que a capacidade de trabalhar bem em equipe tem sido uma das habilidades comportamentais mais valorizadas pelos recrutadores. Por isso perguntas com foco nesta competência são frequentes nas entrevistas de emprego
“É muito importante porque uma equipe ruim pode destruir uma empresa”, diz a consultora organizacional Meiry Kamia. Aumento de custos, erros constantes são alguns dos prejuízos ocasionados por uma equipe que não trabalha bem junta.
Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais são os principais erros que os profissionais cometem e que podem comprometer todo o trabalho de uma equipe. Confira.
1-Ser inflexível e não transparente na comunicação. 2-Não alinhar o objetivo. 3-Comprometimento zero. 4-Falta de planejamento e de respeito a prazos. 5-Criticar um participante na ausência dele. 6-Desvalorizar o trabalho do outro. 7-Não assumir erros. 8-Ignorar as regras estabelecidas pela equipe. 9-Desequilíbrio emocional. 10-Não aceitar as diferenças.
Observação do editor do blog: Podemos verificar que atitudes positivas, (lembrando que estamos nos jogos da copa) feitas durante todo o trabalho com as equipes o resultado com certeza também será positivo.
Brasilllllllllllll.
Camila Pati. Exame.com.

3 de julho de 2014

Brasil sem Fronteiras é opção para quem deseja estudar fora do país

Alunos brasileiros de graduação, pós-graduação e de cursos técnicos também têm oportunidade de estudar no exterior e conhecer a cultura de outros países. O governo federal lançou, em 2011, o Programa Ciência sem Fronteiras para estimular os interessados que cursam graduação, pós-graduação ou cursos técnicos. Até o final do mês passado, cerca de 18 mil bolsas foram oferecidas, segundo o MEC (Ministério da Educação).
A meta do governo é oferecer 101 mil bolsas de estudo até 2015. No total, 75 mil serão oferecidas pelo governo federal, as demais contarão com o apoio da iniciativa privada. De acordo com o MEC, o objetivo é oferecer bolsas nas modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.

Pelo programa, os brasileiros que participarem do Ciência sem Fronteiras poderão ainda fazer fazer estágio no exterior. As áreas mais visadas são as de ciência, tecnologia e inovação. A iniciativa é uma ação conjunta dos MCTI (ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação) e Educação , por meio de suas respectivas instituições de fomento, além das secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC
Agência Brasil.

27 de junho de 2014

PRESIDENTA DILMA FORTALECE O BRASIL NO PRÉ-SAL


Na terça-feira, 24, o governo da presidenta Dilma Rousseff deu um importante passo para a retomada da soberania nacional sobre uma das maiores reservas de petróleo do planeta, que é o pré-sal brasileiro. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou a Petrobrás a explorar as reservas de óleo que excederem os cinco bilhões de barris que foram contratados em 2010 através de Cessão Onerosa feita pela União durante a capitalização da empresa. Trata-se de uma região, cujo potencial de produção pode ser superior ao do Campo de Libra: entre 9,8 bilhões e 15,2 bilhões de barris de óleo.
O mercado e as petrolíferas privadas queriam que as áreas excedentes fossem devolvidas à Agência Nacional de Petróleo (ANP) para serem licitadas. Mas a presidenta Dilma preservou o interesse nacional e contratou diretamente a Petrobrás para explorar essas reservas estratégicas, como prevê o Artigo 12 da Lei de Partilha. Em outubro do ano passado, a FUP e a Plataforma Operária e Camponesa para a Energia realizaram uma grande mobilização nacional para impedir o leilão de Libra, cobrando do governo que já utilizasse naquele momento esse dispositivo da Lei 12.351/2010.
Liderados pela FUP, os petroleiros realizaram uma greve sete dias, que virou símbolo de resistência e indignação contra a decisão equivocada do governo de dividir com as multinacionais o controle do maior campo de petróleo da atualidade. A luta não foi em vão. A pressão surtiu efeito e pela primeira vez nas últimas duas décadas, a Petrobrás voltará a ter o controle integral sobre áreas estratégicas de petróleo, que nos próximos anos deverão dobrar suas atuais reservas.
Diz João Antônio de Moraes, coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), e Vagner Freitas, presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

17 de junho de 2014

Votorantim Cimentos tem vagas de estágio para estudantes de Engenharia e Arquitetura

     A Votorantim Cimentos está com vagas abertas para o Programa de Estágio Comercial. As oportunidades são para estudantes do último ano de Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia de Materiais, Engenharia Metalúrgica, Engenharia de Minas, Engenharia Mecânica e Arquitetura, que tenham mobilidade e disponibilidade para mudança, em caso de efetivação. Os interessados devem se inscrever pelo site: www.99jobs.com/votorantim/jobs. Segundo a empresa, ter Inglês avançado é um diferencial.
A Votorantim Cimentos tem vagas de estágio no Rio     O programa tem como objetivo capacitar e desenvolver estudantes com potencial para futuras posições na empresa. Os estagiários poderão se desenvolver durante o Programa por meio de atividades como acompanhamento e apoio da rotina dos consultores comerciais, participação em projetos e treinamentos formais. O prazo para inscrições vai até dia 30 de junho. A Votorantim Cimentos oferece ao estagiário como benefícios bolsa auxílio, assistência médica, vale transporte e vale refeição.

Justiça aprova plano de recuperação judicial da OGX, de Eike Batista

    A Justiça aprovou o plano de recuperação judicial da OGX, nesta sexta-feira (13). Isso quer dizer que a empresa petrolífera de Eike, que mudou o nome para Óleo e Gás Participações, conseguiu negociar uma forma de pagar as dívidas e arrumar as contas – e a Justiça concordou com o plano apresentado.
    A proposta deve ser cumprida em até 2 anos – período durante o qual o administrador judicial vai fiscalizar a administração da companhia.
Na decisão, o juiz da 4ª Vara Empresarial Gilberto Clovis Faria Matos diz que é papel do juiz aprovar o plano após a aprovação dos credores. O plano de recuperação da empresa foi aprovado pelos credores da empresa no dia 3 de junho.
    A proposta prevê três operações principais. A primeira é que dívidas de US$ 5,8 bilhões sejam convertidas em ações "representativas de 25% do capital social da OGX após sua reestruturação". Também serão emitidos US$ 215 milhões títulos (debêntures) com garantias que dão super prioridade de pagamento e serão convertidas em ações, representando 65% do capital social da OGX após sua reestruturação.
    Para os acionistas atuais, serão emitidos títulos equivalentes a 15% do capital social da OGX após sua reestruturação, considerando um preço de emissão baseado no valor de avaliação da OGX após sua reestruturação em US$ 1,5 bilhão.
Justiça acompanha credores

Balcão de emprego em Macaé com mais de mil vagas.

        

        Prefeitura de Macaé, através da Secretaria de Trabalho e Renda, oferece para esta semana 1.369 vagas de empregos para os profissionais que procuram por uma colocação no mercado de trabalho. A secretaria realiza a intermediação das vagas de emprego entre as empresas e os trabalhadores.

         Os interessados devem comparecer na Central do Trabalhador de Macaé (CTM), localizada na Rua Dr. Télio Barreto, 28, no Centro, levando os seguintes documentos originais: CPF, Identidade, Carteira de Trabalho, Título de Eleitor, comprovante de residência e Registro Profissional (caso tenha). Os telefones de contato para mais informações são: (22) 2796-1255, 2796-1226. Vale lembrar que as vagas podem ser preenchidas a qualquer momento.

       Além da captação das vagas nas empresas, a CTM realiza diariamente o cadastro dos trabalhadores que estão em busca de uma colocação no mercado de trabalho. O serviço é gratuito e os candidatos dentro do perfil solicitado recebem encaminhamento imediato.

        A Secretaria de Trabalho e Renda também faz a emissão da carteira de identidade (primeira e segunda vias) 1ª via – original e cópia da certidão de nascimento ou casamento (opcionais CPF e PIS/PASEP); 2ª via – Duda pago pelo banco Bradesco, certidão de nascimento ou casamento, (opcionais PIS/Pasep e CPF); cadastro de jovens (em cumprimento da Lei da Aprendizagem 10.097/2000, documentos necessários – carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho e declaração escolar; cadastro para vagas de Estágio (Lei 11.788/2008), documentos necessários – carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho e declaração escolar.

4 de junho de 2014

RELATÓRIO DA OIT (ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO) MOSTRA QUE 21 MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO AINDA SÃO VÍTIMA DE TRABALHOS FORÇADOS.

Segundo relatório da OIT 21 milhões é o dobro da população de Países como Portugal, Bélgica e Suécia. O lucro obtido com este tipo de mão de obra é estimado em 150 milhões de dólares, três vezes superior ao previsto inicialmente.
O documento também destaca que dois terços desse montante, 99 bilhões, saem da exploração sexual comercial e 51 bilhões, da exploração com fins econômicos ( nos trabalhos domésticos, na agricultura e demais atividades econômicas).
Registrou o portal da revista Brasil Atual.




O trabalho forçado é nocivo para as empresas e para o desenvolvimento, mas sobretudo para as vítimas. Este relatório imprime novo caráter de urgência aos nossos esforços para erradicar o quanto antes esta prática altamente rentável, mas fundamentalmente nefasta.
Afirmou Ryder à RBA.
Os dados da pesquisa são de 2012, e mostram que os setores econômicos que mais obtêm lucros em razão da exploração de mão de obra forçada são a de construção civil, industria, mineração e serviços.
Juntos, estes setores tiveram lucros de 34 bilhões de dólares em virtude desta prática. No Barsil, a mentalidade escravocrata ainda continua a ser um entrave para combate mais efetivo a este tipo de crime. A despeito de toda a ação Ministério do Trabalho e da  Política Federal, que têm libertado com frequência trabalhadores em condições análogas à escravidão.
Ainda a uma cultura mandonista que precisa ser superada.
Jornal nascente Sindipetro-NF.