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27 de junho de 2014

PRESIDENTA DILMA FORTALECE O BRASIL NO PRÉ-SAL


Na terça-feira, 24, o governo da presidenta Dilma Rousseff deu um importante passo para a retomada da soberania nacional sobre uma das maiores reservas de petróleo do planeta, que é o pré-sal brasileiro. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) autorizou a Petrobrás a explorar as reservas de óleo que excederem os cinco bilhões de barris que foram contratados em 2010 através de Cessão Onerosa feita pela União durante a capitalização da empresa. Trata-se de uma região, cujo potencial de produção pode ser superior ao do Campo de Libra: entre 9,8 bilhões e 15,2 bilhões de barris de óleo.
O mercado e as petrolíferas privadas queriam que as áreas excedentes fossem devolvidas à Agência Nacional de Petróleo (ANP) para serem licitadas. Mas a presidenta Dilma preservou o interesse nacional e contratou diretamente a Petrobrás para explorar essas reservas estratégicas, como prevê o Artigo 12 da Lei de Partilha. Em outubro do ano passado, a FUP e a Plataforma Operária e Camponesa para a Energia realizaram uma grande mobilização nacional para impedir o leilão de Libra, cobrando do governo que já utilizasse naquele momento esse dispositivo da Lei 12.351/2010.
Liderados pela FUP, os petroleiros realizaram uma greve sete dias, que virou símbolo de resistência e indignação contra a decisão equivocada do governo de dividir com as multinacionais o controle do maior campo de petróleo da atualidade. A luta não foi em vão. A pressão surtiu efeito e pela primeira vez nas últimas duas décadas, a Petrobrás voltará a ter o controle integral sobre áreas estratégicas de petróleo, que nos próximos anos deverão dobrar suas atuais reservas.
Diz João Antônio de Moraes, coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), e Vagner Freitas, presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

17 de junho de 2014

Votorantim Cimentos tem vagas de estágio para estudantes de Engenharia e Arquitetura

     A Votorantim Cimentos está com vagas abertas para o Programa de Estágio Comercial. As oportunidades são para estudantes do último ano de Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Engenharia de Materiais, Engenharia Metalúrgica, Engenharia de Minas, Engenharia Mecânica e Arquitetura, que tenham mobilidade e disponibilidade para mudança, em caso de efetivação. Os interessados devem se inscrever pelo site: www.99jobs.com/votorantim/jobs. Segundo a empresa, ter Inglês avançado é um diferencial.
A Votorantim Cimentos tem vagas de estágio no Rio     O programa tem como objetivo capacitar e desenvolver estudantes com potencial para futuras posições na empresa. Os estagiários poderão se desenvolver durante o Programa por meio de atividades como acompanhamento e apoio da rotina dos consultores comerciais, participação em projetos e treinamentos formais. O prazo para inscrições vai até dia 30 de junho. A Votorantim Cimentos oferece ao estagiário como benefícios bolsa auxílio, assistência médica, vale transporte e vale refeição.

Justiça aprova plano de recuperação judicial da OGX, de Eike Batista

    A Justiça aprovou o plano de recuperação judicial da OGX, nesta sexta-feira (13). Isso quer dizer que a empresa petrolífera de Eike, que mudou o nome para Óleo e Gás Participações, conseguiu negociar uma forma de pagar as dívidas e arrumar as contas – e a Justiça concordou com o plano apresentado.
    A proposta deve ser cumprida em até 2 anos – período durante o qual o administrador judicial vai fiscalizar a administração da companhia.
Na decisão, o juiz da 4ª Vara Empresarial Gilberto Clovis Faria Matos diz que é papel do juiz aprovar o plano após a aprovação dos credores. O plano de recuperação da empresa foi aprovado pelos credores da empresa no dia 3 de junho.
    A proposta prevê três operações principais. A primeira é que dívidas de US$ 5,8 bilhões sejam convertidas em ações "representativas de 25% do capital social da OGX após sua reestruturação". Também serão emitidos US$ 215 milhões títulos (debêntures) com garantias que dão super prioridade de pagamento e serão convertidas em ações, representando 65% do capital social da OGX após sua reestruturação.
    Para os acionistas atuais, serão emitidos títulos equivalentes a 15% do capital social da OGX após sua reestruturação, considerando um preço de emissão baseado no valor de avaliação da OGX após sua reestruturação em US$ 1,5 bilhão.
Justiça acompanha credores

Balcão de emprego em Macaé com mais de mil vagas.

        

        Prefeitura de Macaé, através da Secretaria de Trabalho e Renda, oferece para esta semana 1.369 vagas de empregos para os profissionais que procuram por uma colocação no mercado de trabalho. A secretaria realiza a intermediação das vagas de emprego entre as empresas e os trabalhadores.

         Os interessados devem comparecer na Central do Trabalhador de Macaé (CTM), localizada na Rua Dr. Télio Barreto, 28, no Centro, levando os seguintes documentos originais: CPF, Identidade, Carteira de Trabalho, Título de Eleitor, comprovante de residência e Registro Profissional (caso tenha). Os telefones de contato para mais informações são: (22) 2796-1255, 2796-1226. Vale lembrar que as vagas podem ser preenchidas a qualquer momento.

       Além da captação das vagas nas empresas, a CTM realiza diariamente o cadastro dos trabalhadores que estão em busca de uma colocação no mercado de trabalho. O serviço é gratuito e os candidatos dentro do perfil solicitado recebem encaminhamento imediato.

        A Secretaria de Trabalho e Renda também faz a emissão da carteira de identidade (primeira e segunda vias) 1ª via – original e cópia da certidão de nascimento ou casamento (opcionais CPF e PIS/PASEP); 2ª via – Duda pago pelo banco Bradesco, certidão de nascimento ou casamento, (opcionais PIS/Pasep e CPF); cadastro de jovens (em cumprimento da Lei da Aprendizagem 10.097/2000, documentos necessários – carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho e declaração escolar; cadastro para vagas de Estágio (Lei 11.788/2008), documentos necessários – carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho e declaração escolar.

4 de junho de 2014

RELATÓRIO DA OIT (ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO) MOSTRA QUE 21 MILHÕES DE PESSOAS NO MUNDO AINDA SÃO VÍTIMA DE TRABALHOS FORÇADOS.

Segundo relatório da OIT 21 milhões é o dobro da população de Países como Portugal, Bélgica e Suécia. O lucro obtido com este tipo de mão de obra é estimado em 150 milhões de dólares, três vezes superior ao previsto inicialmente.
O documento também destaca que dois terços desse montante, 99 bilhões, saem da exploração sexual comercial e 51 bilhões, da exploração com fins econômicos ( nos trabalhos domésticos, na agricultura e demais atividades econômicas).
Registrou o portal da revista Brasil Atual.




O trabalho forçado é nocivo para as empresas e para o desenvolvimento, mas sobretudo para as vítimas. Este relatório imprime novo caráter de urgência aos nossos esforços para erradicar o quanto antes esta prática altamente rentável, mas fundamentalmente nefasta.
Afirmou Ryder à RBA.
Os dados da pesquisa são de 2012, e mostram que os setores econômicos que mais obtêm lucros em razão da exploração de mão de obra forçada são a de construção civil, industria, mineração e serviços.
Juntos, estes setores tiveram lucros de 34 bilhões de dólares em virtude desta prática. No Barsil, a mentalidade escravocrata ainda continua a ser um entrave para combate mais efetivo a este tipo de crime. A despeito de toda a ação Ministério do Trabalho e da  Política Federal, que têm libertado com frequência trabalhadores em condições análogas à escravidão.
Ainda a uma cultura mandonista que precisa ser superada.
Jornal nascente Sindipetro-NF.

2 de junho de 2014

Aumenta a Geração de Empregos na Bacia de Campos

      Três novas Unidades de Manutenção e Segurança (UMS) entraram em operação, na Bacia de Campos.
     Cada uma dessas unidades de produção provoca impacto no mercado de trabalho das cidades que fazem parte da área de abrangência da Bacia de Campos. Cada nova UMS está associada a uma série de campanhas de revitalização, que demandam mão de obra especializada, materiais e insumos para a execução dos serviços, preferencialmente obtidos na região.
   Elas podem ser descritas como plataformas de serviço que se conectam às unidades de produção, através de uma rampa de acesso.
Essas unidades são equipadas com oficinas mecânicas e elétricas, guindastes, almoxarifados, áreas de pintura e manutenção de peças e equipamentos, além de alojamentos para todos os profissionais que executarão os serviços.
   As funções mais requisitadas têm atuação nas áreas de mecânica, elétrica, manutenção de peças e equipamentos, hotelaria e movimentação de cargas, com destaque para as atividades de manutenção, caldeiraria e pintura industrial.
   As Unidades irão se juntar a outras quatro que já operam na Bacia de Campos: Cidade de Arraial do Cabo, Cidade de Quissamã, Cidade de Casimiro de Abreu e Cidade de Carapebus. Sua atuação é balizada pelos nossos princípios operacionais do segmento de exploração e produção, com foco na integridade, confiabilidade e segurança, para as pessoas, as instalações e o meio ambiente.

Unidades de Manutenção e Segurança em números

UMS Cidade de Cabo Frio
Ano de construção: 2013
Comprimento total: 137,5m
Largura: 81 metros de boca
Força de trabalho por turma: 618 profissionais
UMS Cidade de São João da Barra
Ano de construção: 2013
Comprimento total: 118m
Largura: 70m
Força de trabalho por turma: 500 profissionais
UMS Cidade de Araruama
Ano de construção: 2014
Comprimento total: 84m
Largura: 32m
Força de trabalho por turma: 431 profissionais

Construção naval está em alta, mas falta qualificação dos profissionais

      Para continuar crescendo, empresários preparam os próprios trabalhadores

    Pelo menos um setor da economia brasileira pode se orgulhar de apresentar números chineses de crescimento: o naval. Apesar da queda de investimentos após o boom que a descoberta do pré-sal gerou nos últimos anos, o mercado naval continua em alta. Empresas de Navegantes e Itajaí são as principais beneficiadas. Com crescimento acima de 10% ao ano, a maior dificuldade para os estaleiros continua sendo mão de obra qualificada. A solução foi a própria indústria preparar os trabalhadores, que vêm de regiões cada vez mais distantes.

    Em 2002, quando abriu um pequeno estaleiro em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, o ex-pescador Marcelo Zenóbio só tinha cinco funcionários. Ele lembra que teve que meter a “mão na massa” em várias ocasiões, mas valeu a pena. “O nosso primeiro bloco flutuante pesava 20 toneladas, eu ajudei a soldar, pintar etc. Hoje produzimos 14 embarcações e estamos nos preparando para construir dois diques de 2.000 toneladas. Serão os maiores do Brasil”, contou o proprietário do estaleiro Zemar.

    O estaleiro conta com 200 funcionários atualmente, sendo que 150 estão em Navegantes, onde Marcelo escolheu para fixar a empresa há seis anos. “Já conhecia essa região e lia muito sobre o crescimento naval daqui. Por isso, montamos a parte industrial toda aqui em Santa Catarina. Em Angra dos Reis ficou apenas um negócio de locação de embarcações. E aqui deu tão certo que devemos abrir um novo estaleiro, este em Itajaí, até o final do ano”, comentou.

“Como todo bom mineiro, gosto de ficar perto do mar”, brincou Marcelo, que também foi pescador e mergulhador profissional no Espírito Santo antes de entrar no setor da construção naval. “

   Sobre a região que ele optou para ficar instalar a parte industrial do estaleiro, Marcelo elogia o desenvolvimento em algumas áreas, mas critica os atrasos para conseguir licenças ambientais. “Para construir esta empresa, eu tive que entrar na Justiça, pois a liberação da licença de operação estava com mais de um ano de atraso. O próximo que estamos construindo está no mesmo caminho”, afirmou.

Setor de Óleo e Gás: são muitos os candidatos e poucos os profissionais preparados

        O que torna o setor de petróleo e gás tão atraente, além do glamour de pertencer a uma verdadeira casta de profissionais notáveis, são os generosos salários. Variam de R$ 2 mil (para os profissionais de suporte, sem muita especialização) até R$ 50 mil (para os engenheiros supergraduados, especialistas em áreas específicas e complexas do processo industrial).

        A lei de mercado é implacável: se falta mão de obra qualificada, os salários explodem. A consultoria Hay Group calcula que a política de benefícios já inclua salários 50% a 70% maiores do que os pagos em outros setores da indústria em geral.

Importante lembrar que não faltam candidatos. O que falta é o profissional preparado.

Incêndio deixa seis feridos em plataforma na Bacia de Campos

        Brigada de incêndio conseguiu debelar o fogo quarenta minutos depois do início 
       Um incêndio nas proximidades do tanque de água, no Cellar Deck da Plataforma PNA-1 (Namorado 1), deixou feridos seis trabalhadores da OOG, empresa responsável pela pintura da plataforma. O incêndio iniciou nesse sábado (31/05), às 17h12, durou aproximadamente 40 minutos e foi debelado pela atuação automática do sistema de dilúvio, segundo informações da gerência de SMS da UO-BC.

       A produção da plataforma está interrompida e a brigada de incêndio da plataforma foi acionada. PNA-1 está realizando reformas e a UMS São João da Barra está interligada.

      Ainda de acordo com informações da Petrobras, quatro vítimas sofreram queimaduras de primeiro grau, uma apresenta sintomas de intoxicação e outra torceu o tornozelo. Todos os trabalhadores eram pintores e estavam em atividade na hora do acidente.

      Este é o segundo incêndio com vítimas em menos de seis meses na UO-BC. Em 26 de dezembro do ano passado um incêndio no convés principal da P-20 feriu dois trabalhadores.

    O sindicato está acompanhando todas as informações e vai apurar o relato dos trabalhadores da plataforma sobre as circunstâncias do incêndio de origem ainda desconhecida. Um representante do sindicato participará das investigações como garante o ACT 2013/2015.