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16 de julho de 2012

Justiça anula expansão de estaleiro no Rio de Janeiro

             Anunciado como um dos incentivos à indústria naval de Niterói (RJ), o projeto de expansão do Estaleiro Aliança, no Barreto, pode ser adiado. A partir de uma denúncia do Ministério Público federal (MPF), a Justiça decidiu que a Licença Prévia concedida pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea) à empresa está incorreta. Pela sentença, como a proposta prevê aterro da Baía de Guanabara e o Mar Territorial é área da União, não caberia a um órgão estadual licenciar este empreendimento.
              Com a previsão de ser afetado pelo projeto de duplicação da Avenida do Contorno, que prevê a desapropriação de áreas de quatro estaleiros em Niterói, o Estaleiro Aliança apresentou ao Inea um Estudo de Impacto Ambiental da ampliação das suas instalações.
             Apesar de o EIA-Rima afirmar que a área do espelho-d’água a ser atingida por esta obra é de 8.500 metros quadrados, a empresa recorreu da decisão judicial, alegando que o local do aterro já estava incluído no seu terreno, mas a informação foi confrontada com base em outros documentos entregues pelo próprio estaleiro.
            “Não haverá somente a ampliação das atividades do estaleiro, mas verdadeiro acréscimo de seu terreno em função de aterro do Mar Territorial”, diz trecho da sentença proferida pela juíza federal Ana Carolina Vieira Castro, dia 29 de junho.
         De acordo com o procurador Antônio Canedo, estranha o fato de o Inea licenciar um empreendimento que afeta área federal: "Nas audiências, o Inea alegou que o fato de emitir a Licença Prévia não quer dizer que as outras, de Instalação e Operação, sejam liberadas. Mas se a área não é estadual, o órgão não poderia liberar nenhuma licença."
         Questionados, o estaleiro e o Inea disseram que não foram notificados da última sentença.
Fonte: Click macae

13 de julho de 2012

Matéria sobre embarque de Diretores do NF para reuniões de CIPAS


Fonte:radionf.org.br

PLR: Petrobrás agenda reunião para apresentar nova proposta na terça, 17

        Após reunião que a FUP teve com a presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster e o diretor Corporativo e de Serviços, José Eduardo Dutra, nesta quarta-feira, 11, para cobrar a solução do impasse que se encontram as negociações da PLR 2011 e regramento das PLR’s futuras, o RH da empresa enviou um oficio à Federação, com a solicitação de uma reunião na próxima terça-feira, 17, para discutir e apresentar nova proposta para a quitação da PLR 2011.
           A orientação da FUP e seus sindicatos é que os trabalhadores continuem intensificando as mobilizações, para que a empresa se posicione e apresente uma nova proposta que contemple as reivindicações da categoria. Nesta sexta-feira, 13, até o dia 19, os sindicatos realizam assembléias para avaliar o indicativo de greve, a partir do dia 20, por tempo indeterminado, caso a Petrobrás não avance nas próximas negociações.
         Nas bases da Bahia e do Rio Grande do Norte, as assembléias foram iniciadas no inicio da semana. Os trabalhadores estão aprovando a greve por ampla maioria.
Fonte FUP

Petroleiros ficam mais de duas horas aguardando transporte do aeroporto de Cabo Frio para Macaé

          Nesta quinta, 12, petroleiros que desembarcaram pelo Aeroporto de Cabo Frio às 11h15 foram obrigados a esperar por mais de duas horas pelo ônibus que sairia para Macaé. Normalmente há um ônibus que sai todos os dias às 12h e faz esse trajeto. Por decisão do setor que organiza o transporte no aeroporto, a saída do ônibus foi atrasada para aguardar a chegada de um vôo seguinte.
             O Sindipetro-NF chegou a fazer uma reclamação junto ao RH.  Para o sindicato, a empresa deveria priorizar quem já desembarcou e está dentro do horário estabelecido. Nesse caso específico, o setor tinha que ter programado um outro horário de ônibus.
              Além desse problema, o NF questiona outros agravantes relacionados ao transporte dos trabalhadores que embarcam e desembarcam por esse aeroporto, como o fato do primeiro embarque em Cabo Frio ser muito cedo e obrigar os trabalhadores fazer o percurso, saindo de Macaé ainda de madrugada.
Fonte: sindpetro NF

8 de julho de 2012

Vagas de emprego em Campos

         O Balcão de Emprego da Secretaria Municipal de Trabalho e Renda de Campos, funciona na Av. 28 de março n°533 (Antiga Big 13),de seg. á sex., das 08:00 as 17:00. Tel: 2731-6963  /  2731-6397     

       Para se candidatar às vagas oferecidas, é necessária apresentação do currículo. Caso o candidato não tenha o currículo pronto, funcionários do Balcão preparam na hora, de acordo com o padrão exigido pelas empresas, mediante apresentação da carteira de trabalho, identidade, CPF e comprovante de residência.

     Atenção para cadastrar o seu currículo no Balcão de Emprego Municipal é necessário que compareça pessoalmente com documentos citados acima.

 Lembramos que durante o decorrer do dia algumas dessas vagas podem ser preenchidas.

Click aqui e visualize as vagas

Fórum para investimentos em óleo e gás é oportunidade para empreendedores

       Estão abertas as inscrições para o Fórum de Investimentos Setorial de Óleo & Gás, que será realizado pela Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital (ABVCAP) no dia 17 de setembro, dentro da Rio Oil and Gas, no Rio de Janeiro, com a parceria da ABDI e o apoio da Onip.

     Poderão se candidatar empresas com faturamento anual entre R$ 5 milhões até R$ 100 milhões. O prazo para cadastramento de empresas interessadas é até o dia 31 de julho, através do site www.ventureforum.com.br.

    O Fórum de Investímentos é um processo de seleção, treinamento e capacitação empresarial, no qual as empresas selecionadas terão a oportunidade de apresentar os seus modelos de negócios em eventos destinados a investidores qualificados.
Fonte: TN Petróleo

Potencial de construção naval brasileiro atrai investidores internacionais

       Em busca de mercados não impactados pela crise econômica mundial, investidores internacionais voltam seu foco para o potencial de crescimento e a estabilidade da economia brasileira, especialmente no que se refere à construção naval.

    Atualmente, 386 projetos, entre plataformas de produção, navios, petroleiros, barcaças fluviais, empurradores fluviais, rebocadores portuários entre outros, estão em andamento no País. A ideia é que até 2015, segundo expectativa do Sinaval, a capacidade de embarcação brasileira aumente em 6,9 milhões de TPB (toneladas de porte bruto).

      A demanda na cadeia de prestadores de serviços e equipamentos para a indústria naval é intensa no Brasil. Em 2012, dois novos estaleiros entraram em operações, o Aliança Offshore, em São Gonçalo (RJ), e o Estaleiro Inhaúma, no Rio de Janeiro, e mais quatro tiveram as obras iniciadas, em São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Rio. Ao todo, a indústria naval gera 58 mil empregos diretos, sendo 47,71% no estado do Rio de Janeiro.

    O crescimento doméstico aliado ao boom do pré-sal fazem crescer os olhos de quem está em mercados mais tradicionais. Prova disso são as empresas de mais de 17 países expondo na 9ª edição da Navalshore 2012 – Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore, evento que reúne as últimas novidades em produtos e serviços para construção e reparo naval, equipamentos e suprimentos para estaleiros, além de soluções para o setor de petróleo e gás.

     Entre os expositores, empresas da China, Estados Unidos, Finlândia, Canadá, Coréia do Sul, Reino Unido, Turquia, Itália, Suécia, Espanha, além dos cinco pavilhões específicos de companhias de uma mesma região.
Fonte: click macaé

2 de julho de 2012

Cabotagem é a melhor opção de transporte entre longas distâncias no país

         A cabotagem, segmento de transporte de produtos entre portos de um mesmo país, está despontando no Brasil como uma opção viável para viagens de longa distância pela segurança e preço do frete. Entretanto, a escassez de mão de obra, preço do combustível para os navios e a necessidade de que o meio de transporte tenha bandeira brasileira são vistos como entraves para uma expansão mais acelerada do modal no país.
Segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), de 2002 a 2011 a movimentação de cargas pelo segmento de cabotagem cresceu 38,3 por cento. Atualmente, as principais cargas movimentadas são combustíveis, óleos minerais e bauxita.
        “A perspectiva de crescimento e diversificação da movimentação de cargas neste modal é grande”, disse o superintendente de navegação marítima e apoio da Antaq, André Arruda, citando como fatores renovação da frota mercante nacional, aumento da competitividade das empresas e desburocratização portuária.
        O Plano Nacional de Logística de Transportes (PNLT) prevê que o modal de transporte aquaviário, que em 2005 correspondia a 13 por cento do total de transportes, buscará atingir índice de 29 por cento de toda a carga transportada no Brasil em 2025.
        De acordo com a Antaq, empresas da zona franca de Manaus, usam cada vez mais a cabotagem para o transporte de seus produtos para São Paulo, principal centro consumidor do país. “Um frete de caminhão, carregado com eletroeletrônicos, fica em torno de 90 reais por metro quadrado; na cabotagem, no mesmo trecho, 76 reais por metro quadrado, uma redução de 15 por cento e que pode ser maior, dependendo do volume embarcado”, afirma o superintendente. 

1 de julho de 2012

Hidrojatista é atingido no rosto na P-50

          O petroleiro Wendel Ferreira de Souza, hidrojatista da UTC, foi atingido no rosto pela pistola de hidrojato durante trabalho, na plataforma P-50, na Bacia de Campos.
             De acordo com relato sobre o caso registrado pela Cipa de bordo, o trabalhador auxiliava um colega durante reparos na máquina. Em um acionamento do gatilho para testar os bicos, a pistola teve um recuo brusco e atingiu o hidrojatista.
            O Sindipetro-NF indicou o diretor Cairo Correia Garcia para representar a entidade na comissão que apura o caso.